As ambulâncias são essenciais para oferecer um atendimento humanizado, rápido e de qualidade em diversas situações. No entanto, nem todo quadro é igual, o que faz com que seja preciso ter certos recursos disponíveis a cada momento. Por conta disso, o mercado brasileiro apresenta diversos tipos de ambulância.

Conhecer as possibilidades é importante para identificar qual é a melhor alternativa para as necessidades específicas. Assim, é possível escolher qual usar em um evento, por exemplo.

A seguir, veja quais são os tipos de ambulância disponíveis e entenda as características de cada um!

Tipo A

Considerada a opção mais básica, é voltada para o transporte de pacientes menos complexos. É o caso de pessoas que não apresentam risco de morte, bem como do transporte de caráter eletivo e remoções básicas.

Trata-se de uma alternativa com equipamentos básicos para o atendimento, sem uma estrutura reforçada. É uma opção muito comum e conveniente para alguns eventos e realizações, ao mesmo tempo em que garante resultados adequados. Na tripulação, devem estar, ao menos, um motorista treinado e um técnico ou auxiliar de enfermagem.

Tipo B

Já a versão B entra nos tipos de ambulância com características específicas e diferenciadas. Esse veículo tem a principal função de prestar um suporte básico, em remoções em que há risco de morte.

Nesse tipo, o risco é desconhecido e o transporte é pré-hospitalar — ou seja, o veículo é responsável por conduzir o paciente para que ele dê entrada no hospital. O quadro não pode exigir intervenção médica no trajeto e os equipamentos incluem elementos de suporte básico.

Mas, conforme a Portaria nº 2048/2002 do Ministério da Saúde, tem obrigação de trazer os equipamentos de ressuscitação manual. Além dos profissionais aptos para realizar esse tipo de atendimento. A tripulação mínima, segundo o COFEN (Conselho Federal de Enfermagem), inclui um enfermeiro.

Tipo C

Já o tipo C envolve funções mais complexas e é conhecido como de resgate. Essa ambulância é direcionada para pacientes que têm risco de morte desconhecido e apresenta equipamentos voltados para o salvamento e a reanimação. Em seu interior, há tudo o que é necessário para manter a vida do passageiro até a chegada ao hospital.

Exige a tripulação de 3 pessoas com treinamento para emergências e salvamento — inclusive, o motorista, se for o caso.

Tipo D

Considerado de suporte avançado, o tipo D também é conhecido como UTI móvel. É um veículo completo e robusto e que serve tanto para o atendimento pré quanto para o atendimento inter-hospitalar. Ou seja, pode transportar quem já deu entrada em uma unidade de saúde.

É direcionada para pacientes graves, com risco de morte conhecido. Por conta disso, tem todos os equipamentos de reanimação e manutenção da vida, bem como os insumos necessários para intervenções médicas. Além de um motorista treinado, deve ter um médico e um técnico em enfermagem ou enfermeiro.

Para escolher a opção correta, é fundamental considerar quais são as necessidades. Um evento de esportes radicais, por exemplo, precisa ter uma ambulância do tipo C ou D. Afinal, os acidentes tendem a ser graves e exigir grande suporte. Já realizações menos complexas podem optar pela ambulância do tipo B.

Os tipos de ambulância apresentam diferenças marcantes sobre o atendimento e a tripulação. Ao conhecer as possibilidades, fica fácil decidir qual é a melhor alternativa para cada situação.

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